ENTREVISTA: VANESSA BOSSO, AUTORA DE O ELEMENTAL

Entrevista originalmente publicada no blog parceiro FLOREIOS E BORRÕES:

Papo Literário com Vanessa Bosso

Olá leitores, mais uma entrevista aqui para vocês, lembrando que esse meme agora vai ficar conhecido como PAPO LITERÁRIO aqui no blog. Espero toda semana estar postando uma entrevista com autores dos mais variados estilos. Tudo isso é para vocês. 

Eu quero antes de tudo agradecer imensamente a Vanessa por ela ter sido muito simpática comigo, e dizer que sim, você é uma das melhores escritoras que temos hoje no Brasil. Valeu, por tudo!

BIO: Autora é redatora publicitária há mais de 10 anos. Descobriu sua verdadeira vocação há pouco menos de 2 anos quando escreveu seu primeiro romance: 2012 uma aventura no fim do mundo. Depois desse mais três foram escritos: O Elemental, O Imortal e Senhor do Amanhã.

1-Fale um pouco sobre você.

Sou redatora publicitária e hoje atuo como freelancer na área. Escrever agora é minha principal atividade, em tempo integral.

2- Você é uma das melhores escritoras que há no Brasil atualmente, e
eu tenho lido muitos comentários positivos a seu respeito, como você
encara tudo isso?

Eu não sabia disso! Hahahahahahaha. Falta muito ainda para eu chegar a esse patamar. Estou ainda no primeiro degrau da jornada e a cada novo livro, sinto que estou me aperfeiçoando. Talvez, depois de uns dez livros lançados, eu possa me considerar uma ótima escritora. Hoje me considero “em aprendizado”.

3-Quando surgiu a ideia de escrever o livro Elemental?

Eu queria muito escrever sobre o assunto. Sempre me imaginei com o poder sobre os elementos da natureza… principalmente no trânsito! E então, a ideia surgiu do nada e apenas sentei de frente para o Word e deixei fluir.

4- os blogs literários estão muito presentes na vida de um escritor, o
que você acha do trabalho desenvolvido pelos blogueiros?

Os blogueiros são o elo de ligação entre o autor e os leitores. Sem essa ponte, ficaria muito difícil um contato mais direto. Sem os blogueiros, talvez eu levasse mais tempo para alcançar tantas pessoas diferentes… e os leitores dificilmente conheceriam minhas obras.

5- Você tem algum novo projeto para 2.012?

Em 2012 vai acontecer o lançamento do meu quinto livro: Possuída. E espero dar continuidade no livro O 11º Portal, que já está com sete capítulos escritos.

6- Algum autor te inspira?

Sou apaixonada por vários autores mas, não busco inspiração em nenhum deles. Tenho um estilo próprio de narrativa e busco ser original o tempo todo. É difícil e cansativo mas, vale a pena.

7- Jogo rápido:
♦ Um livro: CAMPO DE BATALHA TERRA (L. RON HUBBARD)
♦ Alguem que você levaria para uma ilha deserta: MINHA FILHA… IRÍAMOS BRINCAR MUITO! HAHAHAHAHA
♦ Uma música: JAILBREAK (AC/DC)
♦ Um filme: DE VOLTA PARA O FUTURO
♦ Uma pessoa: MEU PAI

8- Defina-se em uma palavra.

ANSIOSA

9- Qual dos seus personagens é, de alguma forma, seu preferido? Por quê?

SOU APAIXONADA PELO JACK DE SENHOR DO AMANHÃ. É UM AGENTE DO FBI DAQUELES DURÕES… ADORO!

10- Mande um recado para seus leitores.

NUNCA DEIXEM DE SONHAR… ESSA É A RODA DA VIDA!

Adorei a entrevista! Alef, obrigada por esse espaço. E para quem quiser bater um papo, estou sempre no twitter: @vanbosso.



Postado por Alef Dalle Piagge às 18:22
 

2 comentários:

 

Regiane Santana disse…

Nossa que legal, eu adoro quando um escritor é simpático, ela foi super legal. 

15 de setembro de 2011 13:04
 

Fabio Lotito disse…

huu, entrevista com a Van Bosso, eu adoro os livros dela, muito bom O Elemental, eu li, agora só falta vocês! 

15 de setembro de 2011 13:52

 

 

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ENTREVISTA COM MARIBELL AZEVEDO, AUTOR DE AMOR NO NINHO

Confiram a entrevista com MARIBELL AZEVEDO, autora de AMOR NO NINHO, livro recém lançado pela BARAÚNA.

Esta entrevista foi publicada originalmente no blog LEITORA MANAURA:

 

 

Olá queridos leitores!

Eu tenho a honra e a felicidade de fazer a estréia de entrevistas no blog, com uma pessoa SUPER querida. Trata-se da minha amiga carioca e também autora Maribell Azevedo!

Seu primeiro livro Amor no Ninho, estará sendo lançado no dia 09 de setembro no Rio de Janeiro. Fiz o convite e ela prontamente aceitou ser a primeira entrevistada do LM. Amiga, é uma honra muuito grande estar fazendo parte do seu sonho. Sempre torcendo por você! Sucesso!!!

 

” O amigo de verdade é amigo para sempre”

George Macdonald

 

Maribell Amor no Ninho

( Clique na imagem para aumentar)

 

Entrevista LM:

1. Quem é a Maribell?

Uma carioca tímida, romântica, cheia de sonhos e que um dia ousou transformar um deles em realidade, o lançamento de seu primeiro livro. Na vida pessoal, costumo brincar dizendo que como não fumo, não bebo, não uso drogas e sou monogâmica, basicamente sou muito chata, rsrs…

2. Como é o seu dia-a-dia?

Acho que bem normal, cuidando da casa, filho e família.

3. Que relação você tem com os livros?Qual a importância na sua vida?

Livros! Nossa! Acho que tenho 3 grandes vícios em minha vida, Coca Zero, Halls preto e livros, mas não necessariamente nessa ordem, rsrs… Falando sério, posso afirmar com segurança que sou uma leitora obssessiva-compulsiva desde criança, do tipo que quando não tinha mais nada em casa pra ler, lia dicionários, enciclopédia e bula de remédio. Ler pra mim faz tão parte da minha natureza, como o ato de respirar.

4. Qual seu livro e autor favorito?

Meu livro favorito é E O Vento Levou, simplesmente arrebatador, trama e personagens perfeitos.

Autor favorito, Fernando Pessoa. Leio seus textos diariamente com fervor quase religioso.

5. Como se tornou autora? Em que momento decidiu tomar esse passo e escrever um livro?

Eu me tornei autora? Caramba! Racionalmente sei que sim, mas emocionalmente ainda estou assimilando essa nova realidade. Prefiro me considerar uma aprendiz, fico mais confortável pensando assim, porque simplesmente ainda tenho tanto a aprender.

Não sei se posso dizer que decidi escrever um livro, ou decidi me tornar escritora, acho que foi o inverso, as palavras me escolheram.

No início não foi um ato consciente, foi muito intuitivo. Eu tinha uma história montada na minha cabeça há muito tempo, mas como sou tímida guardava só pra mim. Então um dia navegando na internet, descobri que existiam sites em que se podia expor histórias sem compromisso e resolvi arriscar. Eu não conhecia ninguém, me identifiquei com um apelido e comecei a escrever e desenvolver a história, postando capítulos semanalmente. Aos poucos surgiram leitores, amigos e comentários. Principalmente novos grandes amigos, como você, que sempre fez parte dessa torcida, rsrs… As coisas foram acontecendo naturalmente, crescendo, aumentando e passado certo tempo, eu contava com quase 180 mil acessos e muitos pedidos para transformar o conto em livro. Foi durante esse período que surgiu uma pessoa que começou como leitora e se tornou amiga, parceira e hoje, minha agente literária, a Josy. Posso seguramente dizer que se não fosse por sua insistência e fé no projeto, Amor no Ninho não existiria.

6. Nos fale sobre o seu primeiro livro, Amor no Ninho.

Amor no Ninho conta a história da órfã Marina que vivia num orfanato em Londres. Ela é adotada ainda na infância por uma família inglesa muito legal e assim passa a ter novamente pais amorosos e ganha duas irmãs e um irmão, mais velhos. Mas nesse encontro algo inesperado acontece, Marina se apaixona a primeira vista por seu novo irmão, Daniel. A partir daí veremos o que acontecerá à medida que o tempo passa e eles crescem. Como autora sou suspeita em dizer, mas ouso afirmar que escrevi uma história que retrata emoções fortes, intensas e verdadeiras. E como diz o próprio título, fala sobre um sentimento que sinto que o mundo precisa mais do que nunca, o amor.

7. Possui outros projetos para o futuro?

Com certeza! A continuação de Amor no Ninho já está a caminho e mais outras coisinhas.

8. Que opinião você tem sobre o mercado nacional de literatura?

Em crescimento, mas de forma muito lenta. As grandes editoras investem de forma massiva no lançamento de literatura estrangeira ou em autores nacionais já conceituados, o espaço para o autor iniciante ainda é muito pequeno. A concorrência com os autores iniciantes nacionais é dura e massacrante. E pra complicar, livro no Brasil ainda é um artigo caro, motivo pelo qual cresce na internet de forma espantosa, “livros piratas digitais”, que são baixados aos milhões. Reflexo também de toda uma nova geração de brasileiros que curte muito ler. Para quem não tem como participar da inclusão digital, o que é uma maioria avassaladora, fica ainda mais complicado. Sinceramente, a indústria editorial brasileira teria que sofrer uma reformulação, com certeza não seria fácil, mas tenho esperança que esse movimento esteja começando.

9. Quando e onde será o lançamento do livro Amor no Ninho?

Dia 09 de Setembro de 2011 na Livraria Saraiva MegaStore New York City Center/RJ as 19:00

10. Cite uma frase ou poema que lhe represente neste momento?

“Então, ó livro, não hesites! Antes realiza teu destino.

Dá a eles o meu amor que vai depositado (queridos marinheiros, por vós eu deposito aqui o meu amor em cada folha);

Corre, meu livro! Espalha tuas velas brancas, minha ínfima nau, através das ondas imperiais.

Prossegue cantando, navega adiante, desentranha o azul infinito de mim, em cada mar,

Esta canção por todos os marinheiros e suas naus.”

Walt Whitman

Maris, gostaria de lhe agradecer pela entrevista maravilhosa.
Quem diria que uma querida fanfic de anos atrás, também responsável pela nossa amizade, nos levaria á este ponto?! Gostaria de falar que é uma honra ser sua amiga, e você sabe que é muuuuuito especial pra mim.
Como eu gostaria de poder estar no seu lançamento, porém a distância me impede. Que esta entrevista seja de alguma forma, a minha participação no seu lançamento. Que
o seu caminho seja repleto de muito sucesso! Abraço amiga :)

 

Deixo com vocês o convite oficial para o lançamento do livro Amor no Ninho
É um livro LINDO!

convite - Amor no Ninho

 

Contatos: Blog Amor no NinhoFacebook Maribell Azevedo

 

Após o lançamento, vamos ter uma promoção bem especial no blog :)

 

 

Bjs

4 de setembro de 2011 |  2 Comentários Categorias: Entrevistas

2 comentários em “Entrevistas LM#1: Maribell Azevedo”

  1. Livros e Versos
    4 de setembro de 2011 @ 17:34

    Adorei a entrevista Suelen, parabéns….
    e fiquei super curiosa pra ler esse livro…

    bjissss

    [Responder]

  2. Rafael Fernandes Henrique dos Santos
    5 de setembro de 2011 @ 8:35

    adorei a Mari ela mt gente fina….

    [Responder]

 

NADA SUBSTITUI O PODER DOS LIVROS

No último final de semana o editor da OBJETIVA deu uma interessante entrevista ao ESTADÃO, falando sobre o futuro dos livros, mercado, livros eletrônicos e uma série de outras coisas ligadas ao mercado, que valem ser conferidas:

 

‘Nada substitui o poder dos livros”

Roberto Feith fala sobre mercado, iPad e novos leitores

25 de julho de 2011 | 0h 00

Sonia Racy – O Estado de S.Paulo

Encontros com o Estadão

Divulgação
Divulgação

 

Ele sempre quis escrever. Entretanto, os caminhos da vida levaram esse carioca a estudar em Nova York e a fazer carreira na TV Globo como correspondente internacional até chegar à direção da televisão na Europa. De volta ao Rio, Roberto Feith cometeu a “loucura” de comprar o controle de uma pequena editora, a Objetiva. Para desespero da concorrência, deu certo. E seis anos atrás, o Grupo Prisa-Santillana comprou o controle acionário da empresa mantendo o ex-jornalista a frente do negócio no Brasil.

Semana passada, em conversa por telefone, de seu escritório no machadiano bairro do Cosme Velho, no Rio, Feith comemorou mais um feito. A Objetiva assinou contrato para editar, a partir do ano que vem, nada menos que 27 títulos do poeta e escritor Mário Quintana.

Aqui vão trechos da entrevista:

Editar livros é bom negócio?

Pode ser um bom negócio, mas o mar está turbulento. Tem de ficar atento porque qualquer equívoco custa caro. Uma metáfora que me ocorre é a da dança das cadeiras. A quantidade de editoras é crescente, mas, quando a música parar, as empresas que não estiverem estruturadas vão sobrar.

Por que os livros são tão caros no Brasil?

Olha, recebemos um agente internacional recentemente e ele ficou revoltado com a tarifa do taxi, com os preços dos hotéis e dos restaurantes. Maiores do que em qualquer cidade americana. E o livro não é diferente de outros produtos. Por outro lado, quero deixar claro: levantamentos da Fipe mostram que os preços médios dos livros no Brasil estão caindo. Principalmente por causa da publicação de edições de bolso e da entrada de novas editoras no mercado, que aumentou a concorrência

O mercado editorial brasileiro tem aumentado proporcionalmente à população?

Não, não segue o mesmo ritmo. A curva de evolução do mercado editorial se mantém colada à curva do poder aquisitivo das classes médias e baixas. É o que mostram pesquisas tanto do Sindicato dos Editores quanto da Câmara Brasileira do Livro. O ritmo de subida ou descida é praticamente o mesmo.

Se tivesse condição financeira, o brasileiro leria mais?

A gente fala muito da necessidade de alfabetizar, do contingente de pessoas recém-alfabetizadas como perspectiva de crescimento do mercado. Só que, antes de atingir esse segmento, existe o nicho dos alfabetizados que têm o hábito da leitura, mas que não consomem tantos livros porque os salários não permitem. É um contingente significativo, que tem influenciado o crescimento do mercado nos últimos anos.

As novas tecnologias têm influenciado no hábito da leitura?

Elas são uma maravilha. Eu tenho usado bastante, porque viajo constantemente e preciso ler muitos originais. O Brasil ainda não sentiu o impacto da chegada do livro digital, porque ainda não tivemos a disseminação dos dispositivos digitais. Há muitos iPads, mas eles têm um monte de funções, e a leitura é apenas uma delas. Já os aparelhos que foram desenvolvidos só para leitura, como o Kindle, não estão presentes no País de forma significativa. Quando isso acontecer, o livro digital decolará.

Quanto custa para o consumidor baixar um livro no Kindle? E quanto fica com o editor?

De modo geral, as editoras vão cobrar pela versão digital de 30% a 40% menos do que pela versão em papel. A evolução do mercado digital no Brasil ainda é muito limitada. A editora que lança um título em formato digital tem de investir também em uma versão impressa. Nos EUA, o mercado digital está ameaçando a sobrevivência das livrarias. Aqui, o impacto será mais muito lento.

O livro de papel vai acabar?

Por enquanto não. Temos um universo muito grande de pessoas que só agora está entrando no mercado da cultura. Isso deve garantir mais um período de crescimento das livrarias nacionais.

Como as editoras buscam novos talentos?

Temos “batedores” em Londres, nos EUA e em Paris. Eles buscam títulos que possam atrair leitores, identificam novos autores. No Brasil, o contato com as agências literárias continua sendo importante. Isso faz parte da rotina, mas não é suficiente. A intuição não pode ser desprezada. O faro e a subjetividade podem definir o sucesso ou o fracasso de uma editora.

Você teve uma carreira como jornalista. O que fez com que se voltasse para os livros?

Depois que me formei em História e Economia, queria ser jornalista, pensava em escrever. Aí surgiu um emprego na TV Globo, em Nova York. Viajei o mundo inteiro, conheci a sociedade de diversos cantos do planeta. Nesse tempo todo, o apelo pela palavra escrita permaneceu. Quando surgiu a oportunidade de comprar uma pequena editora, chamada Objetiva, o impulso falou mais alto. Todo mundo dizia, na época, que eu era maluco por trocar a TV por uma mídia ligada ao passado. Mas liberdade é poder fazer o que a gente gosta. Acho que fiz muito bem.

Como você compara o conteúdo dos livros com o conhecimento gerado pela televisão?

No caso da ficção, o livro te permite uma viagem mais profunda e mais completa. Dificilmente o audiovisual ou a internet poderá oferecer o mesmo. Mergulhar plenamente no livro agrega conhecimento. É uma experiência sedutora, insubstituível.

Como você vê a produção intelectual brasileira?

Enquanto no resto do mundo a sociedade se move para proteger e estimular a criação intelectual, aqui tem gente querendo fazer o movimento contrário. As pessoas não trabalham de graça. Ninguém passa anos escrevendo um livro sem remuneração. Se autores brasileiros não forem estimulados, nossos alunos terão de usar cada vez mais publicações criadas no exterior, onde a produção intelectual é resguardada.

Por que iniciativas como a Flip são importante para o País?

A Flip e as Bienais do Livro têm um efeito multiplicador enorme. A valorização dos autores e de seus trabalhos é indiscutível. No caso da Flip, em que se procura trazer para o Brasil autores estrangeiros de qualidade, isso se torna uma forma importante de disseminação da cultura, do talento, do conhecimento.

Como a literatura brasileira é vista lá fora?

Está muito aquém da visibilidade do País como um todo. Eu vivi fora do Brasil nas décadas de 70, 80 e 90. Desde então, venho viajando a trabalho e acho que é indiscutível o crescimento do interesse global pelo Brasil. Mas isso não tem eco na literatura.

O que o Brasil tem de fazer para aproveitar essa oportunidade?

Os editores têm de apresentar as obras de autores brasileiros para seus parceiros internacionais. O governo triplicou a verba para a tradução. Acho muito bom. É uma possibilidade real que se tem para acelerar o processo. Nossa editora produz uma revista literária, a Granta, que nasceu na Inglaterra e agora está fazendo uma versão brasileira. Na edição nacional, que será apresentada no ano que vem, vamos abrir espaço para os jovens talentos brasileiros.
Colaboração
Débora Bergamasco debora.bergamasco@grupoestado.com.br
Marilia Neustein marilia.neustein@grupoestado.com.br
Paula Bonelli paula.bonelli@grupoestado.com.br



 

ENTREVISTA COM FRANCESCO ROSSI

 

Reforçando o convite para o LANÇAMENTO e a NOITE DE AUTÓGRAFOS do livro ESPECTRO VERMELHO, escrito por FRANCESCO ROSSI, reproduzimos a entrevista dada ao ALEF DELLA PIAGGE do blog FLOREIOS E BORRÕES:

 

1-      De onde surgiu a ideia de escrever o livro “Espectro vermelho”?

.Sempre fui muito ligado nos mistérios do universo, como origem dos planetas, possibilidade de existir vida fora da Terra, e coisas desse tipo. Recentemente pesquisei sobre a Teoria da Relatividade de Albert Einstein, que é uma coisa muito maluca, e refleti sobre a viabilidade do ser humano fazer uma viagem para o passado ou para o futuro, na velocidade da luz. Daí surgiu a idéia do livro. Mas veja bem, um dos personagens da trama, o professor Akkerman, não é totalmente a favor das teorias de Einstein. Muitos mistérios envolvem a história.

2 – Você pode nos falar mais sobre os casos espirituosos que ocorriam no seu dia a dia?
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Antes de “Espectro Vermelho”, escrevi muitos casos humorísticos, durante minha vida profissional de dentista. Dentro de um consultório ou hospital, acontecem muitas histórias engraçados entre pacientes e profissionais; portanto, no meu dia a dia, anotava numa agenda todos esses casos engraçados, para um dia escrever um livro. Juntei outros casos relatados por amigos médicos e esse livro está prontíssimo. É um resumo da vida de um profissional da área de saúde, desde seu nascimento, passando pela faculdade e chegando aos atendimentos em clínicas e hospitais.
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3 – Você tem algum projeto em mente? um outro livro á ser publicado? 

Talvez o próximo livro a ser publicado seja este que citei, cujo título é “Relapsos Biológicos”, mas atualmente estou escrevendo roteiros de um seriado para televisão, recheado de um humor inteligente, com personagens cativantes. Estou me divertindo muito com essa experiência. Já tenho 32 episódios prontos, o que equivale a duas temporadas completas. Só preciso que uma emissora de TV aposte na idéia.

4- Quando você descobriu que queria ser escritor?
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Dizem que de músico, escritor e louco, todos tem um pouco. Escrevo desde os 18 anos de idade, mas sempre como hobby. Fazia isso para exercitar uma necessidade que tinha de criar personagens; sempre gostei disso. Mas ao escrever “Espectro Vermelho”, senti que está na hora de compartilhar minhas histórias com mais gente. Quero que todos conheçam esse meu lado escritor e louco. Ah… sou músico também (risos).
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5 – Defina Franco Rossi (Francesco Rossi) em uma só palavra:
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Uma só palavra, mesmo? Essa pergunta é comparável a “fazer seu último pedido, antes de ser fuzilado”… mas vamos lá:
Criatividade. Abraço a todos!

AUTOR DA BARAÚNA É CONVIDADO DO JÔ SOARES!

A entrevista que CHICO PENTEADO, autor do livro CONVERSANDO COM REPTILIANOS, deu ao apresentador JÔ SOARES irá ao ar hoje (18.03.2001), logo depois do Jornal da Globo.

Na entrevista o autor apresentará seu livro e também contará suas experiencias como ufólogo.

Parabéns, CHICO PENTEADO, a seriedade do seu trabalho e a sinceridade com que vc. partilhou as suas experiências só poderiam mesmo ser reconhecidas e valorizadas.

Nós da Barauna temos muito orgulho deste lançamento, que sabemos será um sucesso.

Conheça um pouco mais sobre o trabalho do CHICO PENTEADO:

Conversando com os Reptilianos - Ufos, Abdução e Contato no Interior de São Paulo

 “Imediatamente, ela recuou e cobriu o rosto com uma expressão
de asco e terror. Fiquei muito ofendido com aquilo.
Perguntei ao ser loiro por que ela me fez essa desfeita.

Ele respondeu: Porque ela olhou para dentro de você e viu
suas vidas passadas e sua natureza, que é de uma bestialidade rara, mesmo entre os humanos que habitam a face da Terra.”

Naquele instante, os extraterrestres que haviam abduzido o autor lhe contaram que ele era a reencarnação de KRAAKAR, um reptiliano, condenado ao exílio em nosso planeta, por crimes cometidos contra a Confederação Planetária.

Através de relatos claros e diretos, o autor, membro ativo de um dos mais sérios grupos de estudiosos de ufologia, partilha seus contatos e experiências com seres intergaláticos, obtidos em décadas de árduo trabalho de campo e pesquisa, no interior do Estado de São Paulo.

 

Chico Penteado, 44 anos, brasileiro, é professor de inglês, formado em Arquitetura
pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e reside atualmente em São Paulo/SP.

Desde a juventude se interessa por espiritualidade e assuntos relacionados.
Pesquisador autônomo de ufologia, especializou-se na pesquisa direta a campo -
vigília ufológica – onde tenta ter contato direto com extraterrestres.

Participa de um grupo de ufologia que desenvolve este tipo de trabalho no interior de São Paulo, além de colher relatos vividos por testemunhas, conforme os que são mostrados no livro.

título: CONVERSANDO COM OS REPTILIANOS – UFOS,
ABDUÇÃO E CONTATO NO INTERIOR DE SÃO PAULO

autor: CHICO PENTEADO
editora: BARAÚNA
páginas: 166
ISBN: 978-85-7923-252-7
assunto: UFOLOGIA, ABDUÇÃO, DEPOIMENTOS
edição: 1ª EDIÇÃO – 2011
formato: 14 X 21
preço: R$ 27,00 (em nosso site)

ENTREVISTA COM MAGALI G.S. – Autora de REVOLUÇÃO DE FÉ: A POSSESSÃO

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Quando conheci a Magali nunca imaginei que uma pessoa tão doce e educada pudesse escrever uma história tão sinistra…  .
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Por Danilo Adriano Nunes BarbosaBLOG LITERATURA DE CABEÇA:

Quando conheci a Magali e ela me disse do seu Revolução da Fé, nunca imaginei que uma pessoa tão doce e educada pudesse escrever uma história tão sinistra e uma vilã tão cheia de nuances, mas como todas as surpresas que a nossa literatura nos dá, ela surpreendeu. Venha conhecer um pouco sobre esta excelente autora aqui:
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Seu livro para muitos é considerado de terror. O que você acha que faz o autor pender para um gênero ou outro?
Lembrando que, Revolução da Fé, A Possessão, não é somente um livro do gênero terror, mas também de suspense. Além das barbáries praticadas pela personagem Vera, que acabam por transformá-la numa serial killer, e todo o sobrenatural que abrange a história, existe um grande mistério por detrás disso tudo, um verdadeiro quebra-cabeça, cujas peças vão se encaixando oportunamente. Nada que ocorre ali, é por acaso, tudo está interligado aos antepassados. As incógnitas são diversas, por isso a atenção voltada à cada pormenor é fundamental.
Com relação a tendência do autor para um determinado gênero, creio que seja por inspiração associada à admiração por outras Obras Literárias, filmes, enfim.  No meu caso, por exemplo, além das experiências vivenciadas, tenho verdadeiro fascínio pelo gênero e sou grande admiradora de inúmeros autores, com o diferencial de que não sou uma leitora naturalmente assídua, sou uma leitora ouvinte que armazena no consciente e subconsciente cada etapa da história narrada, que fica na expectativa, que vibra e sente as mesmas emoções que qualquer leitor que navega na leitura.
Por muito que me inspirem, devo ressaltar que a base para as minhas criações, provém das experiências vivenciadas, da intuição e, sobretudo, da imaginação. Um universo enigmático que predomina sobre a minha existência, numa divisória entre realidade, sonhos, premonições, intuições e criatividade natural de um autor.
Você então é uma pessoa que acredita no sobrenatural?

Piamente! E faço questão de esclarecer o porquê. Sempre fui uma pessoa um tanto cética (daquelas que precisa ver para crer, e mesmo diante do óbvio, hesita). Talvez por essa razão eu tenha passado por provações árduas com relação ao fenômeno sobrenatural, cujo universo é bastante complexo e de difícil explicação. Só mesmo quem vivenciou tais experiências é capaz de compreender e saber que não vivemos sozinhos na Terra, que somos regidos pelo universo espiritual, cujas influências nos cingem diariamente num confronto entre o bem e o mal, que parece interminável.

Felizmente essa descoberta extraordinária ocorreu ainda na minha adolescência, quando finalmente tive ciência do meu Dom na escrita, no qual me entreguei de corpo e alma.
Revolução da Fé está às voltas com o sobrenatural, e não somente pela história em si, mas pela forma da sua criação, da sua verdadeira origem. Por essa razão, qualquer declaração que eu venha fazer com relação ao livro nesse aspecto, deixo à critério da crença de cada um.
Por mais que sejam complexas e polêmicas as minhas declarações, essa é a minha verdade, cujos verdadeiros fatores que cito acima, me tornaram uma autora do gênero.